O Cinema Trindade aproxima-se da primeira década após a reabertura, marcada para 2027, mas assinala já o 9.º aniversário com uma programação especial dedicada ao cinema de autor. As celebrações começaram a 5 de fevereiro e prolongam-se até segunda-feira, 16, com sessões que percorrem diferentes geografias, épocas e estilos cinematográficos.
Entre os destaques está uma pré-retrospetiva dedicada a François Truffaut. Do programa fazem parte “Domicílio Conjugal”, exibido a 15 de fevereiro às 19h15, e “A Noiva Estava de Luto”, em exibição a 16 de fevereiro às 16 horas. O cineasta Oliver Laxe é outro dos nomes em foco, com “Todos Vós Sois Capitães” a 9 de fevereiro às 18 horas e “O Que Arde” a 11 de fevereiro também às 18 horas. Já o olhar sobre o Novo Cinema Argentino inclui “Rapado”, de Martín Rejtman, a 12 de fevereiro às 18 horas, e “Silvia Prieto”, no dia 13 à mesma hora.
O ciclo dedicado ao cinema português apresenta várias obras recentes. “A Árvore do Conhecimento”, de Eugène Green, é exibido a 12 de fevereiro às 19h30. No dia 14, “Tebas”, de Rodrigo Areias, passa às 18 horas, seguido de “Ariel”, de Lois Patiño, às 19h30, e “Terra Vil”, de Luís Campos, às 21h30. A ligação à cidade surge ainda com “Porto da Minha Infância”, de Manoel de Oliveira, marcado para 15 de fevereiro às 18 horas.
Entre as sessões especiais destaca-se também “Crime em Direto”, nova comédia negra de Gus Van Sant, exibida a 13 de fevereiro às 21h30 antes da estreia comercial nas salas. No último dia do programa, 16 de fevereiro, são ainda apresentados “A Divina Comédia”, de Ali Asgari, às 19h30, e “O Testamento de Ann Lee”, de Mona Fastvold, às 21h30.
A programação contempla novas propostas na secção “Expectativa’26”, clássicos recentes em “Trindade Classics” e uma sessão especial, com a exibição do documentário “Nuestra Terra”, de Lucrecia Martel.
O programa completo, com horários das sessões, está disponível online, onde também pode comprar os bilhetes, por 7€.

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