Entre batidas eletrónicas e influências brasileiras, os Holy Nothing dão o pontapé de saída para mais uma edição do Porto Sounds Secret, um ciclo que volta a transformar concertos em experiências inesperadas pela cidade. O arranque está marcado para este domingo, 19 de abril.
Promovido pela Ágora, Cultura e Desporto do Porto desde 2024, o Porto Sounds Secret volta a apostar numa programação que cruza tradição e contemporaneidade, com influências que vão da música portuguesa às sonoridades latinas. Depois de nomes como A Garota Não, Selma Uamusse ou Rita Redshoes na edição anterior, há novos artistas a ocupar o cartaz.
Ao longo de seis datas até novembro, o Porto Sounds Secret espalha-se por diferentes espaços da cidade e mantém uma das suas maiores vantagens: os locais das apresentações são revelados poucos dias antes da sua realização, sempre com entrada gratuita, mas limitada à lotação. O cartaz deste ano junta raízes culturais globais, passando pela música portuguesa, pelas tradições latinas e por encontros com outras latitudes.
Além dos Holy Nothing, o ciclo recebe a cantora catalã Judit Neddermann, a 17 de maio, num espetáculo que mistura flamenco e música espanhola. Segue-se Valter Lobo, a 12 de julho, com a apresentação do novo disco “Mediterrâneo”, que promete ser imperdível.
Depois do verão, a 20 de setembro, chegam os Collado, que exploram pontes entre Portugal e Espanha. Em outubro, a 25, é a vez de Lucas Maia, uma das novas vozes da música luso-flamenca. Depois de colaborações com alguns artistas do panorama, o músico apresenta novos temas que cruzam flamenco e pop contemporâneo. O ciclo termina a 8 de novembro com Bruno Pernadas, que leva ao Porto o seu mais recente trabalho, “Unlikely, Maybe”, uma fusão dos anos 80, indie, pop, jazz e dance hall da Jamaica dos anos 50 e 60.
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