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Porto mantém a tradição: vem aí a exposição anual de Camélias (com entrada livre)

O Parque de São Roque vai transformar-se num palco florido ao longo do próximo fim de semana, de 2 e 3 de março.
Vai ser uma mostra alargada da diversidade da espécie.

Que março é o mês das Camélias, isso já todos sabemos. Porto é mesmo a cidade que mais (e melhor) abriga esta espécie, dando à cidade outro charme e magia, enquanto se prepara para a chegada da nova estação.

Pelo segundo ano consecutivo e, tal como a tradição manda, o Porto dedica dois dias à sua flor favorita: a camélia. Nesse sentido, a cidade vai realizar uma grande exposição com múltiplas espécies de cores e formas diferentes no Parque de São Roque. No primeiro fim de semana de março, dias 2 e 3, dezenas de produtores nacionais e internacionais vão participar na 28.ª edição desta grande festa.

O evento conta, mais uma vez, com a organização conjunta da Câmara Municipal do Porto e da Associação Portuguesa de Camélias. O local acolhe também um conjunto de atividades pensadas para toda a família, onde esta flor é o ponto de contacto entre as diferentes propostas de música, animação itinerante, circo e oficinas para os miúdos.

Destacar a abertura da exposição, que acontece no sábado 2 de março, pelas 14 horas, e contará, como habitualmente, com a cerimónia de entrega de prémios para a Melhor Camélia de Origem Portuguesa, a Melhor Camélia e a Melhor Ornamentação de Mesa e Arranjo Floral.

Durante os dois dias, o jardim abre-se a expressões artísticas, como a animação itinerante do projeto Persil Noir e d’”A Fabulosa Máquina de Fazer Para o Tempo”, com registo de fotografias “a la minute”. As duas ativações estão marcadas para sábado, pelas 14h30.

Já no domingo, haverá momento para outras mostras, como momentos de circo com “Piano Clown” pelas 15 horas. Uma hora mais tarde, o espetáculo “Carmim”, da companhia Coração nas Mãos, vai encher de animação o Lago dos Três Repuxos.

Vai haver ainda um percurso-oficina com o Explorador Florentino, um aventureiro que promete levar os visitantes do jardim a descobrir os segredos do Parque de São Roque, às 11 e às 16 horas de domingo.

O Centro de Educação Ambiental, por sua vez, promove um conjunto de oficinas para os miúdos na manhã de domingo. Em “Camélias em Origami”, o participantes com mais de três anos vão dobrar e redobrar papel colorido para criar camélias. Vão ainda a criar peças criativas através da montagem e colagem em alto e baixo-revelo na oficina “Criação de Bijuteria Ecocriativa”. Já sob o lema de “Porto Cidade de Camélia”, os mais pequenos vão construir e decorar máscaras com a flor. A participação é gratuita, mas limitada à lotação de cada oficina, mediante a ordem de chegada.

No domingo há ainda uma degustação de mais de uma dezena de exemplares de chás que têm por base a Camellia sinensis (a planta de chá da flor), assim como provas de vinhos do Porto para os adultos e uma oficina onde poderá criar camélias de diferentes cores, usando cartão em rodelas, dendidas e diferentes fios.

A 28.ª Exposição de Camélias do Porto pode ser visitada entre as 14 e as 19 horas de sábado, 2 de março, e entre as 10 e as 19 horas de domingo, 3 de março, com acesso livre. Pode ainda consultar a programação completa online.

Sábado, 2 de março

15h30 — Amara Quartet, quarteto feminino que combina o fado com a música clássica, sobe ao palco d’a Tenda.

16 horas — O Labirinto recebe a Charlotte Akendhead, que junta a ópera à pop.

17 horas — O Lago dos Três Repuxos acolhe o encontro de dois saxofonistas: Rodrigo Amado e Ricardo Toscano.

18 horas — Para encerrar a tarde, a Tenda recebe o dueto de violinistas “Blue & White”.

Domingo, 3 de março 

11 horas — Recital de piano de Carlos Biachini na Tenda.

17 horas — O Mirante o Parque recebe a Pedro Lima e a João Miguel Braga Soares.

18 horas — A fechar, um espetáculo que junta a harpista Ana Aroso, a saxofonista Isabel Anjo e soprano Marina Pacheco em “Folhas Luzidas”. A apresentação decorre na Casa São Roque.

A fechar a tarde, destaque ainda para um dueto de violinistas, “Blue & White”, na Tenda (18h00). Todos os concertos têm acesso livre, mediante a lotação do espaço.

Carregue na galeria para (re)descobrir a espécie e a programação da exposição.

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